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o dolphin safe nos Açores outras pescarias e as embarcações
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A NOSSA HISTÓRIA
No final da década de 90 tornou-se claro que a indústria atuneira dos Açores seria penalizada se não conseguisse garantir o estatuto “Dolphin safe” para os seus produtos e derivados. Tornou-se por isso urgente encontrar uma solução. O Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA) surgiu como resposta a essa necessidade em 1998, assegurando que as capturas de atum nos Açores não provocavam mortalidade ou molestação intencional de cetáceos. Este estatuto, atribuído a nível internacional pela ONG EII, é desde então concedido à frota e produtos da pesca do atum Açorianos com base nos resultados do Programa.
O POPA resulta de um acordo entre a Administração Regional, através da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM); o “Earth Island Institute”; a Indústria Conserveira Açoreana, através da Associação de Conserveiros de Peixe dos Açores (Pão-do-Mar); os Armadores do atum, através da Associação de Produtores de Atum e Similares dos Açores (APASA); o serviço de lotas e vendagens de peixe dos Açores, através da LOTAÇOR E.P. (actualmente já não é signatário) e o Instituto do Mar, através do Centro do IMAR da Universidade dos Açores (IMAR-DOP/UAç). Até 2003, o Programa foi financiado pela região e pelas associações Pão-do-Mar e APASA, entre 2003 e 2005 passou a ser co-financiado pelo programa comunitário INTERREG IIIb ao abrigo do projecto ORPAM e desde essa data que voltou a ser financiado pela região através de um protocolo estabelecido entre a SRAM e o IMAR. |
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