Vivemos numa sociedade onde tudo se processa na ordem dos milésimos de segundo e onde todas as actividades que realizamos no ambiente natural dão origem a uma dinâmica cada vez maior de interacções recíprocas.

Para que os Açores possam constituir o santuário marinho do séc. XXI é necessário, envolver todos os intervenientes na conservação dos recursos marinhos, sejam eles pescadores, operadores turísticos, desportistas náuticos ou simples apreciadores da beleza marinha.