Os Açorianos mantêm desde sempre uma forte relação
com o mar e em especial com o seu litoral. Ao longo dos anos,
a pressão sobre as zonas costeiras foi crescendo e tornou-se
particularmente evidente a partir dos anos 80, altura em surgiram
sinais óbvios de ruptura de alguns mananciais explorados,
como o das lapas.
Para
a conservação sustentada do ambiente marinho e
porque os recursos vivos não são entidades isoladas
mas participam de sistemas complexos de interdependências
tornou-se necessário procurar conceitos mais integrados
e abrangentes, como o das Áreas Marinhas Protegidas.
Estas zonas constituem actualmente figuras essenciais para a
gestão do ambiente, pretendendo não só
assegurar a conservação da biodiversidade mas
também de determinadas actividades económicas
de exploração. A outros níveis, as Áreas
Marinhas Protegidas podem também constituir cenários
para a educação e formação das populações,
bem como para o seu lazer.
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