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o dolphin safe nos Açores outras pescarias e as embarcações
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A NOSSA HISTÓRIA
2 .A captura de cetáceos nos Açores Nos Açores,
para além da legislação internacional e nacional
(Convenção de Berna - Dec. nº 95/81 de 23 de Julho,
Convenção de Washington, CITES - Dec. nº 50/80 de
23 de Julho, Dec. Lei nº 316/89 de 22 de Setembro, etc), existe
uma legislação interna (Directiva de Habitats, Decreto-Lei
226/97 de 27 de Agosto) que protege integralmente todos os cetáceos
que ocorrem nos mares da região. No entanto, surgiu nos últimos
anos, nomeadamente na década de 90, uma grande controvérsia
veiculada com alguma regularidade pelos media nacionais e internacionais,
relativamente à caça furtiva de golfinhos feita pelos pescadores
açorianos. Afirmava-se que este facto incorria tanto na pesca
do atum, como na pesca de peixes demersais (palangre). Em ambas as pescarias,
fazia-se referência à captura destes animais para consumo
humano e no caso específico da pesca do atum apontava-se a captura
e alimentação do isco vivo (componente crucial desta pesca)
como principal factor (a carne de cetáceo seria moída para
servir de engodo). Assim, não se tratava de um problema de “by-catch”,
como na pesca realizada pelos cercadores do Pacífico, mas sim
de uma pesca dirigida, que certamente afectaria um número de golfinhos
assaz inferior. |
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