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Assunto: A exploração económica dos Recursos Marinhos
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MENSAGEM ORIGINAL
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Nome: Duarte Nuno Vicente
Data: 23 de Junho de 1998 às 10:43:47
Assunto: A exploração económica dos Recursos Marinhos
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Comentário: Ao contrário do que muitos de nós pensamos, os Recursos Marinhos vivos nacionais, ou melhor dizendo, aqueles que se encontram disponíveis nas águas que se encontram juridicamente sob o controle nacional, são relativamente reduzidos, totalizando entre 300 000 a 400 000 toneladas. A crescente dificuldade de aceder a recursos marinhos de outros países, com stocks de maiores dimensões e valores comerciais mais elevados, tem conduzido os esforços de pesca para os recursos nacionais gerando, relativamente, não só às espécies mais procuradas mas de uma forma geral, um aumento substancial do esforço de pesca que se tem traduzido na crescente e visível depleção de muitas espécies com as consequências daí resultantes no domínio ecológico, económico e social. Impõr-se-á provavelmente a necessidade de defender estes recursos "sobre-atacados", necessidade de racionalizar a sua exploração, de forma a que os efeitos negativos a nível económico e social sejam minimizados. Como actuar então? Os TACs e outras medidas actualmente usadas pela UE estão a mostrar-se completamente ineficazes nesta "luta". Que outros modelos de intervenção dverão ser usados? Quotas, Licenças, Privatizãção dos recursos?
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Resposta 1
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Nome: Mário Rui Pinho
Data: 23 de Junho de 1998 às 18:16:08
Assunto: A exploração económica dos Recursos Marinhos
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Resposta: A questão é bem colocada e alvo de grande preocupação de todos os cientistas ligados á Dinâmica e avaliação de recursos pesqueiros para efeitos de gestão, sobretudo daqueles que têm a responsabilidade de no país ou nos comités internacionais responder a essas questões.Embora se reconheçam problemas na modelação para estimação de pontos de referência biológicos não parece que esse seja o problema da sobeexploração dos recursos. Todos os modelos que refere são usados em diferentes recursos da União Europeia. Como sabe, tem prevalecido o conceito de explorar os recursos em benefício da comunidade, entendendo-se por comunidade uma praia, uma região, um país, um conjunto de países, um oceano a humanidade, dependendo do tipo de recurso, preservando-o para as gerações futuras! Ao aumentar a complexidade de agentes envolvidos na pesca comercial de um determinado recurso aumentam as dificuldades de gestão do mesmo, independentemente do tipo de aproximação adoptado para a estimação dos pontos de referência biológicos para gestão. O grande problema da gestão racional nos dias de hoje é "Como controlar as frotas de forma a mantelas ao nível de pesca (intensidade da mortalidade por pesca)desejado"? É que um recurso com um TAC estimado pressupõe que é acompanhado cientificamente. Mas será ao nível da fiscalização? Ao nível do investimento científico para outras aproximações? Para adequada recolha da informação estatística da pesca e informação biológica dos recursos? Veja o caso dos Comités Internacionais? Falharam os seu objectivos cientificos, ou estão a falhar as formas de controlo das medidas propostas? Mas não desespere, grandes passos têm sido dados e na minha opinão um dos muito grandes é uma iniciativa como esta. Informar e formar a opinião pública (mais urgente ainda é formar os agentes envolvidos) parece ser a chave do problema. E a questão é: Qual deve ser a atitude do homem perante os oceanos? É que o problema é muito mais complicado que o problema da pesca e estamos quase no século XXI, não é?
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Resposta 2
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Nome: ricardo
Data: 24 de Janeiro de 2002 às 10:57:04
Assunto: A exploração económica dos Recursos Marinhos
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Resposta: po caralho
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